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Sexta-feira, Fevereiro 08, 2002OS ANÚNCIOS nas revistas americanas caíram 15,9 por cento em Janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado, revela um estudo publicado ontem pelo Publishers Information Bureau.António Granado, 17:45 / Link permanente /
RÁDIO COM FOTOGRAFIAS. Eu repito, rádio com fotografias. Assim, sem mais nem menos. A National Public Radio dos Estados Unidos decidiu que os seus jornalistas deveriam levar máquinas fotográficas para o Afeganistão, para assim poder captar imagens para colocar “on-line”. Ver para crer.
Quinta-feira, Fevereiro 07, 2002A UNIVERSIDADE da Beira Interior vai realizar, em 8 e 9 de Março, as Jornadas Novos Media e Cidadania que pretendem ser "uma reflexão interdisciplinar sobre as novas tecnologias da comunicação, as linguagens por elas utilizadas e o impacto das mesmas sobre o espaço público, nomeadamente ao nível do exercício da cidadania".António Granado, 13:39 / Link permanente /
ABSOLUTAMENTE a não perder é o artigo que John Pavlik, director-executivo do Center for New Media da Universidade de Columbia em Nova Iorque, escreveu ontem na "Online Journalism Review". É sobre o Newsblaster, um programa desenvolvido em Columbia, que escreve notícias de jornal. Exactamente, notícias de jornal. O artigo é apropriadamente intitulado: "When Machines Become Writers and Editors".
Quarta-feira, Fevereiro 06, 2002QUANDO OS TABLÓIDES estão no centro das notícias. Este poderia o título de um artigo publicado anteontem no “Chicago Tribune”, sobre os jornais da Florida que receberam no ano passado as famosas cartas com carbúnculo. "As a newsperson, you are covering other people's tragedies all the time, but the notion that it is happening to you, especially coming right into your own newsroom, is shocking", diz Leon Wagener, director do “The Star”, um dos jornais afectados. "Anyone who had been in that building was possibly infected."NOS JOGOS OLÍMPICOS de 1996, a câmara municipal de Atlanta decidiu que os jornais para serem vendidos dentro do aeroporto da cidade teriam de ser colocados dentro de caixas com o logo da Coca-Cola. No mês passado (parece que nos Estados Unidos os casos também se arrastam...), um juiz considerou essa decisão ilegal, já que poderia ser entendida como censura e como um convite às empresas jornalísticas para apoiarem a Coca-Cola. A câmara municipal recorreu... O INQUÉRITO sobre os casos de febre aftosa no Reino Unido deve ser público, dizem as organizações representantes dos media. Não, deve ser privado, diz o Governo. O caso vai agora a tribunal. PARECE QUE os “sites” noticiosos a pagar estão a ganhar adeptos, escreve o “New York Post” de ontem. UM ARTIGO sobre weblogs no “Newsday”. Outro na revista “Time”. António Granado, 00:02 / Link permanente /
Terça-feira, Fevereiro 05, 2002OS ATENTADOS DE 11 de Setembro causaram a morte a milhares de pessoas e tornaram a "Zona Zero" num local muito perigoso do ponto de vista ambiental. No entanto, apenas um repórter em Nova Iorque decidiu explorar este ângulo da estória, o que, numa comunidade ainda curar as feridas de uma enorme catástrofe, lhe tem trazido problemas: "In 25 years as a reporter, I've never faced as much scrutiny or as much difficulty getting stories in the paper as I have had around this issue. There's been enormous concern expressed by some government officials and some civic leaders about my reporting, that it's unnecessarily alarming people, and I believe that some of these government officials are doing a disservice by unnecessarily saying that things are okay when they really don't know."ESTA É UMA estória que o jornal "The Independent" de hoje tornou ainda mais visível: um dos comentadores do "The Wall Street Journal" - Roger Scruton, professor de estética no Birkbeck College da London University - foi despedido, depois de o jornal ter descoberto que recebeu dinheiro da empresa Japan Tobacco, para colocar nos media artigos a favor da indústria tabaqueira. O "Financial Times" já o tinha despedido na semana passada... António Granado, 23:46 / Link permanente /
UM ESPECIALISTA em segurança informática conseguiu penetrar nos "sites" do "The New York Times", "The Washington Post" e MSNBC.com e aí colocar uma notícia falsa que, no entanto e por se tratar de um teste, nunca foi vista por qualquer cibernauta. Como consequência deste teste, feito a pedido das próprias empresas jornalísticas, o problema informático que permitia a pirataria foi entretanto resolvido.
Segunda-feira, Fevereiro 04, 2002NÃO É A PRIMEIRA VEZ e certamente não será a última: segundo o "San Francisco Chronicle" de hoje, a maioria dos media (principalmente colunistas) interpretou erradamente um estudo científico sobre o arrefecimento de partes da Antárctida, fazendo crer que a teoria do aquecimento global estaria a ser contestada por causa dos novos resultados. Um dos autores principais do artigo não tem dúvidas: "If you want the facts, you have to go to the original scientific peer-reviewed literature, and avoid the broken-telephone effect of the popular press."António Granado, 22:46 / Link permanente /
OS CORTES DE PESSOAL nos jornais americanos chegaram aos provedores dos leitores, o que não deixa de ser uma má notícia. O "Orange County Register" publica ontem a última coluna do seu provedor e a direcção esclarece: "While the Register has been one of the few American newspapers to have a designated reader representative - beginning with Pat Riley in 1981 - financial pressures and newsroom restructuring have led us to reassign the resource to our core mission of newsgathering."
AS QUESTÕES de ética jornalística também estão na ordem do dia no Equador. Veja-se o editorial de hoje do jornal "El Comercio" de Quito, que discute os abusos dos media nos recentes desastres de avião naquele país. "También existieron excesos que no deben repetirse. Se transmitieron demostraciones visuales de restos de las víctimas, descripciones sesgadas por un absurdo e inhumano amarillismo periodístico, así como un irrespetuoso acoso a los familiares de las víctimas."
A CNN decidiu transmitir uma entrevista a Bin Laden feita pela sua concorrente Al-Jazeera, mas que a estação baseada no Qatar tinha decidido não passar por ter sido feita sob pressão. Como consequência desta atitude, a Al-Jazeera decidiu cortar relações com a CNN e prometeu perseguir "organizations and individuals who stole this video and distributed it illegally”. A CNN diz ter obtido o vídeo legal e gratuitamente de fontes não-governamentais.
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ResourceShelf. Credibilidade Avaliar a credibilidade de um "site"
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